segunda-feira, 13 de outubro de 2008

O Tejo no Outono

Era uma manhã em que se anunciavam aguaceiros e trovoadas mas sentia-se o ar limpo e a luz incomparável do céu de Lisboa.

E o vento leva-nos o barco, a alma e o pensamento daqui até à China passando pelos outros sítios todos onde estão filhos e netos...E a trovoada ficou lá ao longe deixando ouvir aquele ribombar longínquo que nos faz sentir ainda mais pequeninos entre o Mar e o Céu...

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