Vem o sol e com ele os programas lá fora!!!!
Picnic no sábado! Foi muito bom!
quinta-feira, 27 de março de 2014
segunda-feira, 24 de março de 2014
quarta-feira, 19 de março de 2014
Fim de semana caseiro
Foi passado bastante em casa e soube muito bem.
Fomos buscar a pista de madeira antiga do Jaime, que ganhou uma nova vida depois de ter estado para aí 1 ano na caixa sem que ninguém tivesse vontade de brincar com ela;
Fizémos areias que ficaram mesmo boas;
Pendurámos finalmente o poster do Grande Prémio de 2013;
Plantámos umas sementes de cenouras que a Clarinha recebeu na festa de uma amiga e
Brincámos no parque da Taipa.
Fomos buscar a pista de madeira antiga do Jaime, que ganhou uma nova vida depois de ter estado para aí 1 ano na caixa sem que ninguém tivesse vontade de brincar com ela;
Fizémos areias que ficaram mesmo boas;
Pendurámos finalmente o poster do Grande Prémio de 2013;
Plantámos umas sementes de cenouras que a Clarinha recebeu na festa de uma amiga e
Brincámos no parque da Taipa.
terça-feira, 11 de março de 2014
Feijões
Não me lembro de ter feito isto em pequena mas aparentemente é uma experiência que todas as crianças fazem: plantar um pé de feijão em algodão.
Arranjámos 4 frascos de vidro, 4 bocados de algodão e 4 feijões. Deitámos água e pusémos à luz.
Foi uma rapidez. Já tivémos que os transplantar para vasos e pô-los lá fora. Um verdadeiro sucesso!!!
Arranjámos 4 frascos de vidro, 4 bocados de algodão e 4 feijões. Deitámos água e pusémos à luz.
Foi uma rapidez. Já tivémos que os transplantar para vasos e pô-los lá fora. Um verdadeiro sucesso!!!
segunda-feira, 3 de março de 2014
Mais um fim de semana e mais evoluções
E agora, sim, podemos dizer que se começa a sentir diferença no comportamento do Afonso. Ainda temos um longo caminho pela frente, bem sabemos, mas pelo menos parece que os resultados da operação conjugados com os nossos esforços estão a surtir efeitos.
Ultrapassados os desconfortos da gripe e normalizada a respiração sentimos finalmente que chegou o momento de começar a contrariar o Afonso mais fortemente sem que nos sentissemos por isso os piores pais do mundo. O Afonso teve realmente um primeiro ano de vida chato, com fases melhores que outras, mas foram sobretudo os primeiros meses de 2014 que pesaram muito a todos lá em casa (e a ele, mais do que a ninguém, coitadinho).
O problema é que, o feitio agitado de que já padece naturalmente, acentuado pelas preoocupações diurnas e nocturnas de quem o via constantemente doente e mal disposto fizeram dele um bebé muito dificil. Agora é preciso saber inverter o processo e ter capacidade, força, persistência e amor suficientes para o ajudar a encontrar a calma, a serenidade e a autonomia de que tanto precisa para crescer saudável e feliz. E é nisso que temos investido. Custa muito, cansa bastante, mas tem que ser.
Começou por ser uma semana de berraria à noite (a que consistentemente não respondemos). Sabiamos que estava bem, que não tinha febre, que não estava doente, que respirava bem e por isso tivémos mesmo que o deixar chorar. Resultou. Já dorme as noites praticamente todas e se acorda tenta readormecer sózinho sem se pôr numa berraria desenfreada. No sábado ainda teve uma recaída mas esta noite já dormiu tudo de seguida novamente.
Os dias também são um desafio, mas esforçamo-nos por manter a consistência. No sábado já foi possível levá-lo a casa de uns amigos nossos (onde fomos almoçar) sem que a tarde se tenha transformado num inferno. Conseguiu estar mais de metade do nosso almoço a brincar no chão sem refilar e, quando a partir de certa altura, ficou muito impaciente, veio para o meu colo onde esteve a rir e a interagir sem descontroles nem irritações. Ainda brincou no parquinho ao fim do dia e o banho e o jantar correram com bastante tranquilidade.
No domingo levámo-lo à missa e tudo. Não é como era com os outros que se sentavam a brincar e iam passeando por ali, escada acima, escada abaixo, sem que nos chateássemos muito, mas mesmo assim, já é possível assistir à missa sem que fique tudo a olhar para nós como se fossemos os piores pais do mundo...Ele brinca um bocado, depois quer colo, depois quer chucha, depois fica um bocado agitado e tem que se ir dar uma volta com ele mas pelo menos vai sendo possível controlar.
Durante a tarde em casa já teve muitos momentos de brincadeira sózinho, de circulação pela sala sem a necessidade constante da minha presença e de boa disposição. É claro que de repente lá se lembra que não está ao meu colo e que eu não estou no ângulo de visão dele e desata logo a chamar mas progressivamente a coisa vai melhorando.
Há falhas/fraquezas minhas que não consegui ainda colmatar, tal como o recurso à chucha com mais frequência do que queria, e provavelmente devia - mas muitas vezes penso que em nome da minha sanidade mental e das necessidades dos outros dois piolhos que por lá andam e que também precisam muito de nós, há fraquezas que têm que ser relevadas. Espero não estar redondamente errada...
E assim vamos andando, devagarinho, um dia a seguir ao outro, cheios de esperança que as coisas continuem a evoluir bem.
Reconquistas importantes:
- O nosso bocadinho na sala à noite (depois de estar tudo a dormir) sem aquele desespero de ter que ir dormir para compensar as horas de sono em falta;
- Tempo de leitura com o Jaime e a Clarinha;
- Scones em família ao lanche de domingo!
- A minha corrida matinal
Aprender a fazer contas com pedrinhas
Cada um fez a sua pizza, e estavam deliciosas!!
Ultrapassados os desconfortos da gripe e normalizada a respiração sentimos finalmente que chegou o momento de começar a contrariar o Afonso mais fortemente sem que nos sentissemos por isso os piores pais do mundo. O Afonso teve realmente um primeiro ano de vida chato, com fases melhores que outras, mas foram sobretudo os primeiros meses de 2014 que pesaram muito a todos lá em casa (e a ele, mais do que a ninguém, coitadinho).
O problema é que, o feitio agitado de que já padece naturalmente, acentuado pelas preoocupações diurnas e nocturnas de quem o via constantemente doente e mal disposto fizeram dele um bebé muito dificil. Agora é preciso saber inverter o processo e ter capacidade, força, persistência e amor suficientes para o ajudar a encontrar a calma, a serenidade e a autonomia de que tanto precisa para crescer saudável e feliz. E é nisso que temos investido. Custa muito, cansa bastante, mas tem que ser.
Começou por ser uma semana de berraria à noite (a que consistentemente não respondemos). Sabiamos que estava bem, que não tinha febre, que não estava doente, que respirava bem e por isso tivémos mesmo que o deixar chorar. Resultou. Já dorme as noites praticamente todas e se acorda tenta readormecer sózinho sem se pôr numa berraria desenfreada. No sábado ainda teve uma recaída mas esta noite já dormiu tudo de seguida novamente.
Os dias também são um desafio, mas esforçamo-nos por manter a consistência. No sábado já foi possível levá-lo a casa de uns amigos nossos (onde fomos almoçar) sem que a tarde se tenha transformado num inferno. Conseguiu estar mais de metade do nosso almoço a brincar no chão sem refilar e, quando a partir de certa altura, ficou muito impaciente, veio para o meu colo onde esteve a rir e a interagir sem descontroles nem irritações. Ainda brincou no parquinho ao fim do dia e o banho e o jantar correram com bastante tranquilidade.
No domingo levámo-lo à missa e tudo. Não é como era com os outros que se sentavam a brincar e iam passeando por ali, escada acima, escada abaixo, sem que nos chateássemos muito, mas mesmo assim, já é possível assistir à missa sem que fique tudo a olhar para nós como se fossemos os piores pais do mundo...Ele brinca um bocado, depois quer colo, depois quer chucha, depois fica um bocado agitado e tem que se ir dar uma volta com ele mas pelo menos vai sendo possível controlar.
Durante a tarde em casa já teve muitos momentos de brincadeira sózinho, de circulação pela sala sem a necessidade constante da minha presença e de boa disposição. É claro que de repente lá se lembra que não está ao meu colo e que eu não estou no ângulo de visão dele e desata logo a chamar mas progressivamente a coisa vai melhorando.
Há falhas/fraquezas minhas que não consegui ainda colmatar, tal como o recurso à chucha com mais frequência do que queria, e provavelmente devia - mas muitas vezes penso que em nome da minha sanidade mental e das necessidades dos outros dois piolhos que por lá andam e que também precisam muito de nós, há fraquezas que têm que ser relevadas. Espero não estar redondamente errada...
E assim vamos andando, devagarinho, um dia a seguir ao outro, cheios de esperança que as coisas continuem a evoluir bem.
Reconquistas importantes:
- O nosso bocadinho na sala à noite (depois de estar tudo a dormir) sem aquele desespero de ter que ir dormir para compensar as horas de sono em falta;
- Tempo de leitura com o Jaime e a Clarinha;
- Scones em família ao lanche de domingo!
- A minha corrida matinal
Aprender a fazer contas com pedrinhas
Cada um fez a sua pizza, e estavam deliciosas!!
Subscrever:
Comentários (Atom)










