segunda-feira, 23 de julho de 2007

Navegador solitário


Aqui está um retrato em que eu me auto-fotografei após uma viagem em solitário de Lisboa até à Arrábida. Os cabelos em pé são apenas uma pequena prova das inconstantes ventanias do local e não traduzem qualquer sinal de susto mas apenas o imenso grau de satisfação por ter chegado a um sítio tão bonito e tão querido.

Não é loucura nenhuma mas como a Mãe tinha um almoço em Estremoz com as suas amigas, lá fui eu para o barco zarpando de Lisboa às três da manhã e, passado o Bugio, foi pôr o Baptista (o piloto automático) a dirigir o barco, com a vela grande toda aberta recebendo um ventinho constante pela pôpa, em direcção ao Espichel e ia dormindo dentro da cabine por períodos de 20 minutos a meia hora e nos intervalos ia lá fora verificar o rumo e a vela e assim cheguei ao Espichel confortavelmente por volta das sete da manhã, altura propícia para comer uns pastelinhos de bacalhau e beber uma cervejita.

Regressei no Domingo e apanhei um ventinho constante que me proporcionou uma viagem fantástica.

E já cá temos a Sandra...

Que se sigam os bons exemplos e dentro de poucos meses espero já cá ter o Tiago.
Agora vamos jantar

2 comentários:

Ri disse...

Espero que compreendam todos a loucura do pai João que dorme com o barco a andar!!! Nem quero pensar muito no assunto!
Espero que estejam todos tão felizes quanto eu com a afluência ao blog! Está verdadeiramente na moda!

Zeca disse...

cá por mim, assumo que estou em crise: não faço falta no emprego, não faço falta no barco, faço mesmo muito pouca falta em casa... tou aqui tou a ir para a China, mas é!